sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Dia da árvore




No dia 21 de setembro comemora-se o dia da árvore, e a escolha da data originou-se em razão da chegada da primavera. Mas antes da escolha dessa data, acontecia no país, na última semana de março, a festa Anual das Árvores, instituída pelo presidente Castelo Branco, a partir de 1965.

Mais adiante, a árvore ganhou um dia especial em virtude de sua importância para a vida humana e também com a chegada da primavera, onde ganham nova vida, abrem lindas flores que dão origem a novas árvores.

Com a chegada da primavera podemos ver as cidades mais alegres, pois essas se enchem de flores de todas as cores.

Muitos pensam que a árvore que simboliza o Brasil é o pau-brasil, em razão do nome, mas esse título cabe ao ipê amarelo, uma das cores que representam o nosso país. O pau-brasil encontra-se em extinção, pois foi muito contrabandeado por ser uma madeira de cor avermelhada e de aparência nobre. Além dessa, o jacarandá, o mogno e o pinheiro também se encontram nas mesmas condições de extinção.

As árvores são plantas que possuem um caule lenhoso e são constituídas por raiz, caule, folha, flor, fruto e sementes. São elas que nos fornecem o ar que respiramos, além das frutas e outros tipos de alimentos; a madeira para construção de móveis, casas, objetos decorativos, cercas; também fornecem remédios; celulose, matéria-prima para a fabricação de papel.

Em face da vida moderna e do aumento da população mundial, às necessidades dos homens em construir novas moradias e melhorar suas condições de vida, as árvores acabaram sendo alvo de destruição, pois grandes áreas foram desmatadas para a construção das cidades.

O contrabando de madeiras também fez com que grandes áreas fossem destruídas, principalmente na floresta amazônica, onde o acesso a outros países é mais fácil e próximo. Os prejuízos seriam menores se fossem plantadas novas árvores nos lugares das devastações, mas o tempo que levam para crescer é muito grande.

O homem precisa ter consciência de que as plantas também são seres vivos e que levam tempo para se desenvolverem. Uma árvore leva longos anos para ficar bem desenvolvida e algumas são tão velhas que são tombadas como patrimônio histórico, devendo ser preservadas.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Àlcool e gasolina ambos são poluidores


Álcool polui tanto quanto gasolina, mostra estudo
Dados divulgados ontem pelo Ministério do Meio Ambiente mostram que o álcool combustível pode poluir tanto quanto a gasolina. E que os motores com menor potência chegam a poluir mais do que os equipamentos com maior capacidade. O cálculo foi feito com base na Nota Verde, que informa, para veículos fabricados em 2008, as medições da emissão de três gases poluentes - o monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio. Em relação ao CO2, um dos principais causadores do efeito estufa, o álcool, por ser renovável, tem suas emissões neutralizadas pela absorção de gases feita pelas folhas da cana-de-açúcar no cultivo da planta.


No ranking de 258 provas sobre poluição e emissão de gases a que as empresas submeteram os veículos, as melhores notas (que variam de 0 a 10) foram dadas a carros que usavam gasolina no momento dos testes. O campeão foi o Ford Focus 2008, motor 2,0 DOHC I-4 SFI, o que jogou por terra o mito de que veículos com motores menos potentes poluem menos. Pelo contrário. Do primeiro ao sétimo lugar entre os menos poluidores, prevaleceram os motores mais potentes, de 1,4 cilindradas a 3,5. De acordo com Márcio Veloso, analista ambiental do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores do Ibama, os motores de menor cilindrada poluem mais porque exigem mais força - e consequentemente maior consumo de combustível - para fazer o carro se movimentar. O álcool, por queimar mais rápido que a gasolina, libera mais gases.


Coube a um Fiat Uno com motor de mil cilindradas o oitavo lugar entre os menos poluentes. Por coincidência, na hora do teste, a montadora usava o álcool como combustível. Quanto à emissão de CO2, um Fiat de mil cilindradas, de oito válvulas, e motor L5, com gasolina, obteve a nota 10, o que representa zero de liberação de gases. O segundo lugar na emissão de CO2 coube também a um Fiat, mas modelo Uno Way, motor 1,0, gasolina. Ele obteve nota 9,9.


A tabela com todas as notas para os veículos fabricados em 2008 pode ser acessada na página do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) - www.ibama.gov.br -, no link Nota verde. Lá, pode-se verificar se o carro é pouco ou mais poluente e se emite mais ou menos gases que contribuem para o aquecimento global. É possível também saber detalhes sobre os poluentes emitidos.


Da poluição veicular, 99% resultam da liberação de monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio. "Achamos que divulgar os dados poderia levar proprietários a observar quais os veículos que poluem ou emitem mais ou menos gases", disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Baterias e Pilhas



Comércio será obrigado a receber pilhas e baterias usadas.

Os estabelecimentos que comercializam pilhas e baterias deverão recolher esse material depois de utilizados e serão os responsável por sua destinação. Os comerciantes terão que devolve-las aos fabricantes ou empresas autorizadas a reciclarem esses produtos. A regra a valer a partir da publicação da nova resolução do conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), aprovada no dia 11/09/2008, durante a 91ª Reunião Ordinária.
A nova resolução, após ser publicada do Diário oficial da União (DOU), modificará a resolução 257/99, que estabelece a obrigatoriedade de procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento e descarte ambientalmente adequado para pilhas e baterias pequenas que contêm em suas composições metais pesados como chumbo. Cádmio e mercúrio.
Com a publicação da nova resolução do Conama, o Ibama terá 30 dias para publicar duas instruções normativas. Em uma, deve ser previsto um termo de referência para plano de gerenciamento, que será apresentado ao órgão ambiental estaduais de meio ambiente (Oemas).
As pilhas clandestinas possuem em sua composição teor elevado de mercúrio, fora dos padrões estabelecidos pelo Conama, e, além disso, apresentam uma durabilidade inferior se comparadas ás pilhas convencionais.
Atualmente, 800 milhões de pilhas e baterias falsificadas são comercializados por ano no Brasil e destas, 35% são distribuídas em pontos clandestinos, como feiras e camêlos.

Tudo sobre sacolas plásticas


SACOLAS PLÁSTICAS: UM PROBLEMA AMBIENTAL

É preciso que as autoridades moderem o uso deste item.

A cultura do saco plástico está profundamente enraizada na sociedade brasileira.

Mesmo sabendo que estes indesejáveis sacos de supermercado, drogarias e praticamente todo o comécio varejista causam enorme impacto no meio ambiente, o brasileiro segue consumindo números inaceitáveis deste utensílio.

A grande maioria das sacolas plásticas disponíveis em supermercados brasileiros são feitas de resina sintética originadas do petróleo, não são biodegradáveis e podem levar centenas de anos para se decompor. Nos mares, além de enfeiar a paisagem, podem matar animais como tartarugas, que são vítimas frequentes pois confundem o material com as medusas, sua presa natural.

Peixe um alimento saudável



Comer peixe é saudável, e pouca gente questiona esse fato. Mas quando se pergunta por que, poucos têm resposta pronta, baseada em constatações científicas. Mas elas existem, e mostram o alto valor nutritivo da carne de peixe. E esse valor está presente tanto nos peixes da água doce quanto nas espécies marinhas.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Reflorestamento se torna atrativo para produtores rurais



O reflorestamento, principalmente usando espécies bem adaptadas ao nosso clima, como é o caso do eucalipto, vem se tornando um atrativo para muitos produtores rurais como forma de otimizar o faturamento das fazendas, mas se o cultivo não observar algumas regras, o trabalho pode trazer prejuízo. 30/08/2009 - Record Rural - 4:34

quinta-feira, 10 de setembro de 2009



Sistema de tratamento de Esgoto do Córrego São José


Todos os dias, as águas o córrego São José recebe toneladas de sacolas plásticas, latas e outros tipos de resíduos abandonados por moradores da cidade de Bicas. Além da disposição adequada do lixo, cada cidadão tem o dever de fazer a ligação do seu imóvel ás redes de esgotos que serão implantadas. Os tipos de esgotos mais comuns produzidos nas cidades são o doméstico,o pluvial e o industrial.As águas das chuvas, após passarem pelos telhados, ruas e jardins são considerados esgotos pluvial,e a água utilizada nos processos de produção industrial formam o chamado esgoto industrial.
Cada tipo é constituído de diferentes substâncias, matérias e organismos. Todos
Esses agentes podem causar danos como proliferação de doenças, contaminação do solo e dos mananciais. Para evitar todos esses problemas são construídos sistemas de coleta e tratamento de esgotos que promovem o afastamento da sujeira.
As tubulações, já instaladas nas margens do córrego São José, diferenciam-se por tamanho e localização para que o esgoto corra na maior parte do tempo por gravidade. Diretamente nas casas, são feitas ligações com um diâmetro pequeno que forma redes coletoras e unem-se aos coletores-troncos. Dos coletores troncos, o esgoto corre em direção aos interceptores,o ponto final será uma estação de tratamento (ETE), a ser construída no final do Bairro Gilsom Lhama.Após tratada a água limpa será devolvida ao leito do córrego São José.
Fonte: Secretaria Municipal do Meio Ambiente 10 de setembro de 2009.