A produção de húmus, através da minhocultura, é uma alternativa importante para pequenas propriedades para produção de frutas e hortaliças. Aprenda a usar o húmus assistindo a reportagem. 29/03/10 - TV Terra Sul - 5:39
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segunda-feira, 14 de junho de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Um novo conceito de Limpeza Urbana

carrinho/ com maior eficiência na limpeza
Visando uma melhor gestão da coleta do lixo, a secretaria do meio ambiente em parceria com a secretaria de obras, desenvolveu um novo tipo de carrinho para recolher o lixo da varrição das ruas do município, e esta substituindo as caçambas de lixo por jardinagem mudando o visual, principalmente nas ruas centrais, passando a realizar a “coleta porta a porta” onde cada residência ou comércio deposita o seu lixo em horários determinados, de acordo com a passagem dos caminhões; a colaboração da sociedade é de suma importância para atingirmos o nosso objetivo que é uma cidade mais limpa e um meio ambiente preservado.
Rota de coleta do lixo ruas centrais
Comunicado
A prefeitura de Bicas comunica que as caçambas de lixo serão retiradas para melhorar a coleta nas seguintes ruas:
1. SANTA TEREZA
2. BARÃO DE CATAS ALTAS
3. PEDRO ASSIS AMARAL
4. PRAÇA VICENTE BIANCO
5. RUA DOS OPERÁRIOS
6. CORONEL SOUZA
7. FLORIANO PEIXOTO
8. AV. BRASILIA
9. GÉTULIO VARGAS
10. GOVERNADOR VALADARES
11. LEVINDO COELHO
12. PRAÇA SÃO JOSÉ
13. AV. AUGUSTO ROSSI
14. PREFEITO OLIVEIRA SOUZA
15. MELO VIANA
Solicitamos que o lixo seja depositado impreterivelmente entre 12:00 e 13:00 de segunda a sexta-feira, devidamente embalado em sacos plásticos.Agradecemos a colaboração de todos para melhoria da qualidade do Meio Ambiente do nosso município. Prefeitura de Bicas, trabalhando para uma cidade melhor.
A prefeitura de Bicas comunica que as caçambas de lixo serão retiradas para melhorar a coleta nas seguintes ruas:
1. SANTA TEREZA
2. BARÃO DE CATAS ALTAS
3. PEDRO ASSIS AMARAL
4. PRAÇA VICENTE BIANCO
5. RUA DOS OPERÁRIOS
6. CORONEL SOUZA
7. FLORIANO PEIXOTO
8. AV. BRASILIA
9. GÉTULIO VARGAS
10. GOVERNADOR VALADARES
11. LEVINDO COELHO
12. PRAÇA SÃO JOSÉ
13. AV. AUGUSTO ROSSI
14. PREFEITO OLIVEIRA SOUZA
15. MELO VIANA
Solicitamos que o lixo seja depositado impreterivelmente entre 12:00 e 13:00 de segunda a sexta-feira, devidamente embalado em sacos plásticos.Agradecemos a colaboração de todos para melhoria da qualidade do Meio Ambiente do nosso município. Prefeitura de Bicas, trabalhando para uma cidade melhor.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Campanha/coleta Seletiva
Vamos começar nossa coleta Seletiva
No Brasil, grande parte dos resíduos sólidos urbanos ainda é depositado em áreas irregulares a céu aberto, gerando poluição da água, do solo e do ar, além da proliferação de vetores de doenças como ratos, moscas, baratas e escorpiões – impactos que podem ser reduzidos e evitados com a prática da redução,reutilização e reciclagem dos materiais.
Visando uma melhor qualidade de vida para a população, a Prefeitura de Bicas construiu a Usina de triagem e compostagem de lixo, mas precisa do apoio de todos para que sejam alcançados melhores resultados.
Sua participação é fundamental!
Vamos separar o lixo seco (reciclável)
do lixo úmido (orgânico)!
Lixo seco reciclável:
Papel – revistas, cadernos, papelão, caixas de leite etc.....
Vidros – todos os tipos
Plásticos – Garrafas, sacolas, brinquedos, utensílios......
Metal - latas de bebidas, de alimentos, panelas, talheres e objetos de
cobre,zinco ou ferro .
Lixo úmido (orgânico)
Restos de casca de frutas e legumes em geral, hortaliças, restos de alimentos, borra de café, casca de ovo, cereais, folhas secas, papeis molhados e engordurados.
Rejeitos:
Lixo de banheiro, lenço de papel, fraldas descartáveis, absorventes, roupas sujas, sapatos, isopor, papel carbono, fotografias, prestobarba, pilhas.....
lixo organico
reciclável
Rrejeito
Prefeitura de Bicas/Secretaria Municipal do Meio Ambiente
No Brasil, grande parte dos resíduos sólidos urbanos ainda é depositado em áreas irregulares a céu aberto, gerando poluição da água, do solo e do ar, além da proliferação de vetores de doenças como ratos, moscas, baratas e escorpiões – impactos que podem ser reduzidos e evitados com a prática da redução,reutilização e reciclagem dos materiais.
Visando uma melhor qualidade de vida para a população, a Prefeitura de Bicas construiu a Usina de triagem e compostagem de lixo, mas precisa do apoio de todos para que sejam alcançados melhores resultados.
Sua participação é fundamental!
Vamos separar o lixo seco (reciclável)
do lixo úmido (orgânico)!
Lixo seco reciclável:
Papel – revistas, cadernos, papelão, caixas de leite etc.....
Vidros – todos os tipos
Plásticos – Garrafas, sacolas, brinquedos, utensílios......
Metal - latas de bebidas, de alimentos, panelas, talheres e objetos de
cobre,zinco ou ferro .
Lixo úmido (orgânico)
Restos de casca de frutas e legumes em geral, hortaliças, restos de alimentos, borra de café, casca de ovo, cereais, folhas secas, papeis molhados e engordurados.
Rejeitos:
Lixo de banheiro, lenço de papel, fraldas descartáveis, absorventes, roupas sujas, sapatos, isopor, papel carbono, fotografias, prestobarba, pilhas.....
lixo organico
reciclável
Rrejeito
Prefeitura de Bicas/Secretaria Municipal do Meio Ambiente
sexta-feira, 26 de março de 2010
Coleta seletiva e Reciclagem de lixo

O lixo é responsável por um dos mais graves problemas ambientais de nosso
tempo. Seu volume é enorme e vem aumentando intensa e progressivamente,
principalmente nos grandes centros urbanos, atingindo quantidades
impressionantes
Na maior parte dos municípios brasileiros (cerca de 76% deles), o lixo é
simplesmente jogado no solo, sem qualquer cuidado, formando os lixões,
altamente prejudiciais à saúde pública.
O lixo acumulado é potencialmente um transmissor de doenças por vias
indiretas.
As conseqüências da disposição inadequada do lixo no meio ambiente são a
proliferação de vetores de doenças (como ratos, baratas e micróbios), a
contaminação de lençóis subterrâneos e do solo pelo chorume (líquido escuro,
altamente tóxico, formado na decomposição dos resíduos orgânicos do lixo) e a
poluição do ar, causada pela fumaça proveniente da queima espontânea do lixo
exposto.
Em cidades onde o lixo é tratado em aterros sanitários, como Bicas,
pode-se ter uma idéia da extensão do problema verificando-se que, para
acomodar a quantidade enorme de lixo produzida todos os dias,10(Dez) Toneladas
necessitamos diminuir a quantidade de rejeitos aumentando a vida útil da área.
Dentro desse quadro, a coleta seletiva de lixo aparece não como a solução final,
mas como uma das possibilidades de redução do problema. Nosso lixo é
composto por diversos tipos de material, grande parte reaproveitável.
São várias toneladas de plásticos, vidro, papéis, papelão, latas
de alumínio e de aço que poderiam ter destino mais nobre que atulhar os espaços
vitais de nosso território, ficando sepultadas para sempre.
Coleta seletiva consiste na separação de tudo o que pode ser reaproveitado,
enviando-se esse material para reciclagem.
A coleta seletiva não só contribui para a redução da poluição causada pelo lixo,
como também proporciona economia de recursos naturais – matérias-primas,
água e energia – e, em alguns casos, pode representar a obtenção de recursos,
advindos da comercialização do material.
Cabe a cada um de nós a responsabilidade para que a situação do lixo seja
alterada para melhor. Podemos atuar individualmente, separando nosso próprio
lixo e levando para locais onde ele seja aproveitado, ou organizando programas
de coleta seletiva* em nosso local de trabalho, de estudo ou de moradia (como
condomínios), etc. Onde houver atividade humana, haverá lixo e oportunidade de
praticar a coleta seletiva.
Definições:
Coleta seletiva - É a atividade de separar o lixo, para que ele seja enviado para
reciclagem. Separar o lixo é não misturar os materiais passíveis de serem
reaproveitados ou reciclados (usualmente plásticos, vidros, papéis, metais) com o
resto do lixo (restos de alimentos, papéis sujos, lixo do banheiro) . A coleta
seletiva tanto pode ser realizada por uma pessoa sozinha, que esteja preocupada
com o montante de lixo que estamos gerando (desde que ela planeje com
antecedência para onde vai encaminhar o material separado) , quanto por um
grupo de pessoas (empresas, condomínios, escolas, cidades, etc.). Organizar um
programa de coleta seletiva não é tão complicado, MAS EXIGE PLANEJAMENTO
CUIDADOSO.
Reciclagem - É uma atividade - na maior parte dos casos, industrial - que
transforma os materiais já usados em outros produtos que podem ser
comercializados. Através da reciclagem, papéis velhos transformam-se em novas
folhas ou caixas de papelão; os vidros se transformam em novas garrafas ou
frascos; os plásticos podem se transformar em vassouras, potes, camisetas; os
metais tranformam-se em novas latas ou recipientes.
Minimização de resíduos - É um conceito que abrange mais do que a simples
coleta seletiva e envio do lixo para reciclagem. Pressupõe-se três regrinhas básicas
que devem ser seguidas : primeiro pensar em todas as maneiras de REDUZIR o
lixo, depois, REAPROVEITAR tudo o que for possível, e só depois pensar em
enviar materiais para RECICLAR. Essa forma de atuação é chamada de 3 R, que
é a letra inicial de cada uma das palavras-chave. Fonte Secretaria do meio Ambiente
Blog:informabicas.blogspot.com Email:mabicas@gmail.com
quinta-feira, 25 de março de 2010
Confecções de Bicas colaboram com a coleta Seletiva

Caminhão carregado de resíduos das confecções.
Após recente visita a várias confecções esclarecendo a necessidade de separação do lixo industrial do doméstico, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente agradece o empenho dos empresários que vem colaborando, separando os resíduos gerados em suas atividades, que estão sendo recolhidos todas as quartas - feiras pela Prefeitura sem ônus, em uma parceria do poder público com as empresas particulares; esta é mais uma ação desta administração em prol da preservação do Meio Ambiente. Esperamos a adesão de mais empresas e da população em geral na participação da coleta seletiva para uma melhor gestão da Usina de Triagem e Compostagem do lixo e uma maior vida útil do aterro sanitário, maiores informações procurar a Secretaria do Meio Ambiente no Andar térreo da Prefeitura ou pelo telefone (32)3271-1292 /ramal 203.
Email:mabicas@gmail.com
Decretado o fim do lixão de São Manoel

Area recuperada
Após longos anos de descaso, algo em torno de trinta anos degradando o Meio Ambiente, poluindo toda a região e colocando em risco a água que abastece o município, a atual administração Biquense decreta o fim do lixão de São Manoel, demonstrando todo seu empenho com as questões ambientais, trabalhando duro desde o ano de 2005 quando foi assinado um termo de ajustamento de conduta (TAC), encerrando as atividades naquele local e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população de Bicas.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Mosquito da Dengue como se prevenir


Confira abaixo as recomendações do Ministério da Saúde para prevenção da dengue: (retiradas do site do ministério – www.saude.gov.br)
MEDIDAS PARA EVITAR PICADA DE MOSQUITO
Espirais ou vaporizadores elétricos: Devem ser colocados ao amanhecer e/ou no final da tarde, antes do pôr-do-sol, horários em que os mosquitos da dengue mais picam.
Mosquiteiros: Devem ser usados principalmente nas casas com crianças, cobrindo as camas e outras áreas de repouso, tanto durante o dia quanto à noite.
Repelentes: Podem ser aplicados no corpo, mas devem ser adotadas precauções quando utilizados em crianças pequenas e idosos, em virtude da maior sensibilidade da pele.
Telas: Usadas em portas e janelas, são eficazes contra a entrada de mosquitos nas casas.
MEDIDAS PARA ELIMINAÇÃO DOS LOCAIS DE REPRODUÇÃO DO MOSQUITO
Tampar os grandes depósitos de água: A boa vedação de tampas em recipientes como caixas d'água, tanques, tinas, poços e fossas impedirão que os mosquitos depositem seus ovos. Esses locais, se não forem bem vedados, permitirão a fácil entrada e saída de mosquitos.
Remover o lixo: O acúmulo de lixo e de detritos em volta das casas pode servir como excelente meio de coleta de água de chuva. Portanto, as pessoas devem evitar tal ocorrência e solicitar sua remoção pelo serviço de limpeza pública - ou enterrá-los no chão ou queimá-los, onde isto for permitido.
Fazer controle químico: Existem larvicidas seguros e fáceis de usar, que podem ser colocados nos recipientes de água para matar as larvas em desenvolvimento - este método para controle doméstico da dengue em cidades grandes tem sido usado com sucesso por várias secretarias municipais de saúde e é realizado pelos agentes de controle da dengue.
Limpar os recipientes de água: Não basta apenas trocar a água do vaso de planta ou usar um produto para esterilizar a água, como a água sanitária. É preciso lavar as laterais e as bordas do recipiente com bucha, pois nesses locais os ovos eclodem e se transformam em larvas.
OUTRAS IMPORTANTES MEDIDAS PARA CONTROLAR OU ACABAR COM A DENGUE SÃO:
Qualidade e quantidade da água: um eficiente tratamento da água e sua disponibilidade à população são importantes para a prevenção da dengue. Entre outros motivos, a falta d'água força as pessoas a armazená-la em recipientes, que podem tornar-se criadouros para os mosquitos transmissores.
Coleta de lixo: a coleta regular de lixo também reduz os possíveis criadouros de mosquitos.
Inspeção domiciliar para controle da reprodução de mosquitos: quando isto for necessário, visitas domiciliares determinam se está havendo reprodução de mosquitos dentro e em volta das casas. Os inspetores de saúde podem ensinar aos moradores os meios para impedir a reprodução dos mosquitos.
Campanhas de educação em saúde: o primeiro passo para uma adequada ação contra o mosquito da dengue é informar às comunidades sobre a doença, bem como as medidas adequadas para combatê-la.
Preparação para emergências: no caso de disseminação da dengue, as comunidades e municípios devem adotar medidas preparatórias para a proteção contra surtos da doença, principalmente a hemorrágica. Planos de ação devem ser formulados e implantados em conjunto pelas autoridades sanitárias nacionais, estaduais e locais, incluindo o treinamento dos médicos e enfermeiros, a identificação de unidades de saúde de referência para dengue, a obtenção de equipamentos para a aplicação de inseticida, sua estocagem, fornecimento de veículos para realizar o tratamento e a nebulização e outras medidas consideradas necessárias pelos líderes sanitários e comunitários.
Campanhas de remoção de lixo: as atividades de remoção de lixo têm efeitos duradouros e amplos, não apenas sobre o mosquito da dengue como também sobre moscas, roedores e baratas.
Campanhas escolares: a participação das escolas no processo de promoção da saúde e de uma comunidade sem dengue é de grande importância. Os estudantes podem participar ativamente das campanhas de limpeza e informação, levando para sua família e seus vizinhos as mensagens educativas recebidas. Inicialmente, participam limpando a própria escola; posteriormente, adotam a mesma iniciativa em suas casas e arredores.
OBS: as escolas podem organizar projetos e centros de interesse
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Inicio de operação da usina de triagem e compostagem

(figura4 material prensado/enfardado

(figura 3 pátio de compostagem/as primeiras leiras)

( figura 2 aterro )

(figura 1 material reciclado)
Inaugurada no ultimo dia 05/12/2009, a usina de triagem e compostagem de lixo de Bicas, teve sua operação iniciada no dia 21/12/2009, já recebendo quase a totalidade do lixo coletado na cidade, tendo iniciado o processo de prensagem e enfardamendo do material reciclado.
Em próxima etapa começaremos a reciclagem da coleta do lixo para enfim encerramos o lixão de São Manoel.
Fonte:Secretaria do Meio Ambiente
Blog: informabicas.blogspot.com
Email:mabicas@gamil.com
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Florestas Fluviais:Porque é importante preservá-las

Assim como mata ciliar e floresta ripária, floresta fluvial é uma denominação aplicada às florestas que ocorrem na beirada de rios. Apesar de estarem situadas nas margens dos cursos de água, essas formações têm características sensivelmente distintas conforme as paisagens em que se encontram: em encostas íngremes ou em planícies.
As florestas que ladeiam os rios de encostas apresentam praticamente a mesma estrutura e composição de espécies que aquelas que se encontram no restante da rampa, pois os solos que as sustentam não estão sujeitos a flutuação do nível do lençol freático. Para este caso, o clima é o grande condicionador das características fitotípicas que enseja mudanças importantes nas espécies presentes.
No entanto, para as florestas de planícies, além do clima, existem outros condicionantes, tais como atributos geomorfológicos e pedológicos. Com o objetivo de melhor compreender a composição da vegetação, é importante que se faça a distinção destas de acordo com o padrão de leito fluvial, em razão da pluralidade existente dos atributos mencionados. Deve-se ressaltar que o padrão de leito é determinado em decorrência da interatividade do clima com as características do arcabouço geológico e estes deflagram a manifestação de relevos e solos de planície.
Nas margens de rios com padrões de leito retilíneo e meandrante encaixado são encontradas florestas fluviais com espécies muito semelhantes àquelas que se encontram nas encostas em função de não estarem propensas a períodos de inundação. Em planícies construídas sob padrões meandrante divagante, entrelaçado e anastomosado, as florestas são enriquecidas por espécies adaptadas aos períodos prolongados de saturação hídrica dos solos, provocados pelas enchentes. Nestas planícies coexistem solos hidromórficos e não-hidromórficos, ocupando feições geomórficas com diferentes altimetrias dentro da mesma planície. Nas planícies mais rebaixadas, especificamente sobre os solos hidromórficos, são observadas espécies com modificações anatômicas e morfológicas, tais como hipertrofia lenticelar, aerênquima e raízes adventícias, adaptações que lhes permitem maior tempo de sobrevivência à saturação hídrica. Em feições geomórficas mais soerguidas, sobre solos não-hidromórficos, é encontrado um menor número de espécies adaptadas às enchentes, resultando, assim, em um mosaico fitofisionômico característico das florestas em planícies fluviais. Assim sendo, depreende-se que, a despeito do clima ser o grande motivador para alterações na diversidade florística e estrutural, relevo e solo também determinam estas modificações.
Sob o ponto de vista funcional, as florestas fluviais apresentam uma série de atribuições que variam em tipo e intensidade, em coerência com a paisagem onde estão inseridas e ecossistemas com que interagem. Independente de sua posição, se em encosta ou em planície, determinam a proteção de recursos hídricos, regularizando os fluxos de água, sedimentos e nutrientes, contribuem para estabilidade térmica, sobretudo, de pequenos cursos d´água, além de entre outras funções, concretizar corredores ecológicos, garantindo a dinâmica da pluralidade biológica. Fato interessante é o de que, independentemente da menor riqueza arbórea das florestas fluviais de planície sujeitas ao alagamento, esta fitotipia contem maior diversidade epifítica (plantas que usam árvores como suporte) em função da maior luminosidade e umidade existentes nestes ambientes, compensando, de certa forma, a simplificação arbórea. Analogamente, esta maior riqueza em epífitas também é observada em ambientes fluviais inseridos em encostas íngremes.
Por conta das inúmeras funções, em paisagens onde não estão mais presentes, ou mesmo quando se encontram ralas e fragmentadas, as florestas fluviais devem ser recuperadas a fim de reconstituir um dos pilares da evolução da biodiversidade. Sua restauração deve ser feita com espécies nativas e, sempre que possível, com elevado número de espécies, respeitando as características adaptativas destas. Assim, nas ações destinadas à recuperação das florestas fluviais de planícies, entre tantos outros encontrados na literatura, deve-se observar alguns quesitos, tais como: em superfícies de degradação implantar espécies arbóreas de pequeno porte com sistema radicular profundo com a finalidade de promover maior estabilidade aos diques marginais; usar espécies com rápidas reações morfoanatômicas, o que lhes permite um maior tempo de sobrevivência, bem como as capacita a diminuir a velocidade do caudal, minimizando o potencial erosivo fluvial. Deve-se atentar ainda para, em superfícies de agradação, utilizar espécies que possuam estratégias adaptativas como a mergulhia, o que lhes possibilita funcionar como um retentor de sedimentos, além de promover maior estabilidade aos depósitos de sedimentos em pontas-de-barras. Sobretudo, deve-se considerar como as espécies são adaptadas aos diferentes regimes hídricos de solos (não-saturados e saturados), o que definirá sua sobrevivência nos períodos de enchente, justificando tempo, recurso e mão-de-obra empregados pelo produtor.
Para as florestas de encostas, deve-se procurar compensar as suas larguras e densidades de indivíduos considerando o declive da rampa de forma interativa à profundidade e a textura dos solos. Assim, como exemplo, rampas muito íngremes, conjugadas a solos rasos e arenosos devem conter larguras e densidades mais elevadas do que em encostas menos declivosas, com solos profundos e argilosos. Outro quesito importante é a possibilidade do uso de espécies arbóreas que possuam sistema radicular superficial vigoroso, tipo sapopema, o qual aumenta a rugosidade da superfície, diminuindo o transporte de água, sedimentos e íons pelas enxurradas em direção ao rio.
Em função das suas características, sobretudo em razão das suas funcionalidades ecológicas, as florestas fluviais assumem extrema importância, tanto no contexto ambiental como social. Reconhecidas pela sociedade, foram incorporadas ao Código Florestal Brasileiro, passando a constituir uma forte noção patrimonial atribuída pelo Direito, na forma de Áreas de Preservação Permanente - APPs. No entanto, a despeito da legalidade jurídica, é importante o reconhecimento da importância desta fitotipia por parte da sociedade e que este seja convertido em ações sólidas na preservação e/ou recuperação destas formações.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Inauguração da Usina de Triagem e Compostagem
O Lixo em Bicas
Inaugurada no dia 05/12/2009 a usina de triagem e compostagem do lixo de Bicas, com a presença de várias autoridades locais e regionais que vieram prestigiar este importante momento, em que o município poderá enfim, dar destinação correta ao lixo coletado, além de encerrar as atividades do lixão de São Manoel que a várias décadas vem degradando o Meio Ambiente em nossa região. Após enfrentar vários obstáculos, esta conquista demonstra a preocupação da administração biquense com as questões ambientais, buscando garantir uma cidade economicamente e ambientalmente sustentável, preparando um futuro melhor para as novas gerações. Durante décadas o lixo urbano vem sendo depositado em áreas rurais sem tratamento adequado. Com o passar dos anos, a invenção do plástico e o avanço da tecnologia, o lixo passou a ser um grande problema mundial por causa do impacto Ambiental que vem degradando os mananciais de água potável do mundo, com a formação dos chamados lixões.
Da década de 70 até os tempos atuais a população mundial cresceu cerca de 18%, enquanto que, a produção de lixo aumentou 25%, tornando-se inevitável a busca por soluções para destinação final dos resíduos; estima-se que são depositados a céu aberto cerca de 30 milhões de toneladas de lixo diariamente no mundo.
Com os problemas ambientais e de saúde causados pelos lixões foram criadas as usinas de triagem e compostagem e aterros sanitários.
Hoje em nosso município, temos uma produção diária de cerca de 10 toneladas de lixo urbano,e esperamos,após o inicio de operação da usina,e a implantação da coleta seletiva,reciclar 60% do lixo coletado restando 20% para compostagem e 20% para aterro.
Fonte: Secretaria Municipal do Meio Ambiente
Blog: informabicas.blogspot.com
Email:mabicas@gmail.com
Inaugurada no dia 05/12/2009 a usina de triagem e compostagem do lixo de Bicas, com a presença de várias autoridades locais e regionais que vieram prestigiar este importante momento, em que o município poderá enfim, dar destinação correta ao lixo coletado, além de encerrar as atividades do lixão de São Manoel que a várias décadas vem degradando o Meio Ambiente em nossa região. Após enfrentar vários obstáculos, esta conquista demonstra a preocupação da administração biquense com as questões ambientais, buscando garantir uma cidade economicamente e ambientalmente sustentável, preparando um futuro melhor para as novas gerações. Durante décadas o lixo urbano vem sendo depositado em áreas rurais sem tratamento adequado. Com o passar dos anos, a invenção do plástico e o avanço da tecnologia, o lixo passou a ser um grande problema mundial por causa do impacto Ambiental que vem degradando os mananciais de água potável do mundo, com a formação dos chamados lixões.
Da década de 70 até os tempos atuais a população mundial cresceu cerca de 18%, enquanto que, a produção de lixo aumentou 25%, tornando-se inevitável a busca por soluções para destinação final dos resíduos; estima-se que são depositados a céu aberto cerca de 30 milhões de toneladas de lixo diariamente no mundo.
Com os problemas ambientais e de saúde causados pelos lixões foram criadas as usinas de triagem e compostagem e aterros sanitários.
Hoje em nosso município, temos uma produção diária de cerca de 10 toneladas de lixo urbano,e esperamos,após o inicio de operação da usina,e a implantação da coleta seletiva,reciclar 60% do lixo coletado restando 20% para compostagem e 20% para aterro.
Fonte: Secretaria Municipal do Meio Ambiente
Blog: informabicas.blogspot.com
Email:mabicas@gmail.com
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Tijolos Ecológicos
Os hoje chamados tijolos ecológicos ganharam esse nome porque, em seu processo de fabricação, não são levados ao forno para cura e queima do material, o que evita o desmatamento para produção do carvão usado no forno e a emissão de gases de efeito estufa durante a queima. A estimativa é que, para cada mil tijolos convencionais fabricados, cinco árvores sejam derrubadas. Ao invés do forno, estes tijolos são fabricados em prensa manual ou hidráulica e curados ao ar livre.
Além disso, produtores deste tipo de tijolo garantem que ele evita o desperdício – atualmente, cerca de 1/3 do material de uma obra vai para o lixo - proporcionando mais de 25% de economia em relação ao sistema construtivo convencional. O ecológico, no entanto, pára por aí. A matéria-prima para a fabricação das peças é comum no setor de construção: solo (saibro ou terra de barranco, que não possui capim ou restos orgânicos) e cimento em proporções variadas ou argila e uma substância agregadora de solo.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
"A Hora do Planeta"

O movimento mundial que pretende apagar as luzes por 60 minutos, num ato simbólico pela preocupação com o aquecimento global, terá a adesão, também, dos brasileiros. O evento ocorre a partir das 20h30min do próximo sábado.
A intenção do movimento é alcançar mais de um bilhão de pessoas em mil cidades ao redor do mundo em sua terceira edição. A participação é fácil: pessoas, individualmente, escolas, empresas, organizações e cidades podem aderir à Hora do Planeta cadastrando seus dados no site www.horadoplaneta.org.br. Até ontem, 35 municípios brasileiros já estavam na lista de adesão.
A Rede WWF, organizadora do movimento, quer engajar e mobilizar a sociedade para manifestar a preocupação com o aquecimento global. No Brasil, que participará pela primeira vez, a ideia é também conscientizar a população sobre o desmatamento e as queimadas, formas preocupantes e de maior emissão de gases do efeito estufa do país.
Conforme dados do WWF, o Brasil é o quarto país no ranking mundial de emissão de gases do efeito estufa. O desmatamento é o principal motivo, representando 75% do total de emissão do gás carbônico (CO2), principal causador do aquecimento global.
A Hora do Planeta é uma das maneiras encontradas pelo WWF para mostrar a manifestação social para que seja assinado, em dezembro, o Acordo Global de Clima. O documento, envolvendo 100 países, deve estabelecer as metas e regras para combater as mudanças climáticas e o aquecimento global através da diminuição das emissões pelos países.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Energia Solar

O sol é fonte de energia renovável.
O sol é fonte de energia renovável, o aproveitamento desta energia tanto como fonte de calor quanto de luz, é uma das alternatias energéticas mais promissoras para enfrentarmos os desafios do novo milênio.
A energia solar é abundante e permanente, renovável a cada dia, não polui e nem prejudica o ecossistema. A energia solar é a solução ideal para áreas afastadas e ainda não eletrificadas, especialmente num país como o Brasil onde se encontram bons índices de insolação em qualquer parte do território.
A Energia Solar soma características vantajosamente positivas para o sistema ambiental, pois o Sol, trabalhando como um imenso reator à fusão, irradia na terra todos os dias um potencial energético extremamente elevado e incomparável a qualquer outro sistema de energia, sendo a fonte básica e indispensável para praticamente todas as fontes energéticas utilizadas pelo homem.
O Sol irradia anualmente o equivalente a 10.000 vezes a energia consumida pela população mundial neste mesmo período. Para medir a potência é usada uma unidade chamada quilowatt. O Sol produz continuamente 390 sextilhões (390x1021) de quilowatts de potência. Como o Sol emite energia em todas as direções, um pouco desta energia é desprendida, mas mesmo assim, a Terra recebe mais de 1.500 quatrilhões (1,5x1018) de quilowatts-hora de potência por an
A energia solar é importante na preservação do meio ambiente, pois tem muitas vantagens sobre as outras formas de obtenção de energia, como: não ser poluente, não influir no efeito estufa, não precisar de turbinas ou geradores para a produção de energia elétrica, mas tem como desvantagem a exigência de altos investimentos para o seu aproveitamento. Para cada um metro quadrado de coletor solar instalado evita-se a inundação de 56 metros quadrados de terras férteis, na construção de novas usinas hidrelétricas. Uma parte do milionésimo de energia solar que nosso país recebe durante o ano poderia nos dar 1 suprimento de energia equivalente a:
* 54% do petróleo nacional
* 2 vezes a energia obtida com o carvão mineral
* 4 vezes a energia gerada no mesmo período por uma usina hidrelétrica.
Usinas de Compostagem no Brasil
Existem muitas usinas de compostagem no Brasil, mas infelizmente a maioria delas está desativada por falta de uma política mais séria, além da falta de preparo técnico no setor. Inclusive, na maioria dessas usinas, as condições de trabalho são precárias, o aspecto do local é muito sujo e desorganizado e não existe controle de qualidade do sistema de compostagem e nem do composto a ser utilizado em solo destinado à agricultura.
Muitas usinas de compostagem estão acopladas ao sistema de triagem de material reciclável. Por isso é comum as usinas possuírem espaços destacados para esteiras de catação, onde materiais como papel, vidro, metal, plástico são retirados, armazenados e depois vendidos.
A qualidade do composto produzido na maioria das vezes é ruim tanto no grau de maturação, quanto na presença de material que compromete o aspecto estético e material poluente como metais pesados.
A compostagem no Brasil vem sendo tratada apenas sob perspectiva de "eliminar o lixo doméstico" e não como um processo industrial que gera produto, necessitando de cuidados ambientais, ocupacionais, marketing, qualidade do produto, etc. Tanto isso é verdade que quando as usinas são terceirizadas, as empreiteiras pagam por lixo que entra na usina e não por composto que é vendido e o preço, que muitas usinas cobram, é simbólico. A compostagem no Brasil precisa ser encarada mais seriamente.
Muitas usinas de compostagem estão acopladas ao sistema de triagem de material reciclável. Por isso é comum as usinas possuírem espaços destacados para esteiras de catação, onde materiais como papel, vidro, metal, plástico são retirados, armazenados e depois vendidos.
A qualidade do composto produzido na maioria das vezes é ruim tanto no grau de maturação, quanto na presença de material que compromete o aspecto estético e material poluente como metais pesados.
A compostagem no Brasil vem sendo tratada apenas sob perspectiva de "eliminar o lixo doméstico" e não como um processo industrial que gera produto, necessitando de cuidados ambientais, ocupacionais, marketing, qualidade do produto, etc. Tanto isso é verdade que quando as usinas são terceirizadas, as empreiteiras pagam por lixo que entra na usina e não por composto que é vendido e o preço, que muitas usinas cobram, é simbólico. A compostagem no Brasil precisa ser encarada mais seriamente.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Avanço do Saneamento Básico em Bicas.

No Brasil, é considerado Saneamento Básico, como parte do Saneamento do Meio que trata dos problemas que dizem respeito ao abastecimento de água, esgotos sanitários e industriais e limpeza urbana (lixo). Incluindo-se em alguns casos principalmente em grandes centros urbanos a galeria de águas pluviais.
Sancionada no dia 29/10/2009 a Lei nº1458/2009 que estabelece as diretrizes Municipais para o Saneamento Básico do Município de Bicas, com a finalidade de assegurar a proteção da saúde da população e salubridade do Meio Ambiente, além de disciplinar o planejamento e a execução das ações, obras e serviços de saneamento básico do município que consiste em quatro pólos:
A. Abastecimento de água potável;
B. Esgotamento Sanitário
C. Limpeza Urbana e manejo de resíduos sólidos
D.Drenagem e manejo das águas pluviais e urbanas
Adubação Verde Alternativa Econômica e Ecológica

Em um mundo cada vez mais necessitado de ações que valorizem a preservação ambiental, a adubação verde, uma das variedades de adubação orgânica, tem-se firmado como uma opção para o cultivo de variadas lavouras. A técnica utiliza matéria orgânica, gerada a partir do cultivo de plantas, para adubar o solo, diminuindo ou eliminando o uso de fertilizantes químicos. Vantagem para o meio ambiente, o produtor e o consumidor dos alimentos produzidos no campo.A adubação verde pode ser feita de duas maneiras, uma delas é o plantio das sementes de leguminosas ou gramíneas em meio às lavouras permanentes, como é o caso dos milharais. Depois de crescer e florir, as plantas são roçadas e deixadas no terreno para se transformarem em adubo natural. Outro método é o plantio direto, em que primeiro se plantam as sementes e depois em cima da palhada são cultivadas outras culturas, como as hortaliças.
O adubo verde feito com plantas leguminosas como o feijão gandhu, mucuna, crotalárea, entre outras, possui um benefício extra; maior fixação de nitrogênio no solo. Isso porque as leguminosas são capazes de fazer uma associação com bactérias próprias para fixar o nutriente. Com o solo rico em nitrogênio, há um grande aumento na produtividade. "Quanto mais nitrogênio, mais a planta produz",com essa adubação natural cai o custo da produção. "Isso baixa o custo para o agricultor na compra de adubo nitrogenado, porque muitas vezes ele não vai precisar comprar".São inúmeras as vantagens de usar adubo verde. "Com esse método, o solo ganha mais infiltração e retenção de água, fica mais poroso devido às raízes e diminui a erosão. Também aumenta a vida útil e o teor de matéria orgânica". Outras vantagens, são: proteção contra o impacto das chuvas e da irradiação solar direta, controle de pragas e de doenças nas lavouras, além da inibição do crescimento de mato.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Cùpula Amazônica : Desafios da COP -15.


Positivo que a preocupação em implantar uma economia de baixo carbono seja realidade. Só precisamos ter cuidado com as preocupações em não assumir compromisso de redução nas emissões. A população brasileira não deve perder seu acesso a bens e serviços. Pelo contrário, esse acesso deve ser universalizado.
Mas não podemos continuar buscando o mesmo padrão de consumo e estilo de vida que nos levou à situação atual.Autoridades de várias partes do mundo e associações de municipios do Brasil estiveram reunidos em Manaus na Cupula Amazônica de Governos Locais, realizada de 7 a 10 de outubro de 2009, com objetivo de discutir a inclusão da Amazônia nas negociações de mudanças climáticas,de onde foi extraida a " Carta de Manaus" Que se encerra com as seguintes recomendações:
"Aos governos Nacionais por ocasião da 15º Conferencia entre as Partes - COP-15, a ser realizada em Copenhague - Dinamarca de 07 a 18 do mês de dezembro de 2009 para discutir a revisão do protocolo de Quioto pós-2012,que:
1. Seja apoiada a inclusão do mecanismo de " REDUÇÃO DE EMISSÕES DECORRENTES de desmatamento e degradação-REDD E REDD-PLUS como instrumentos reconhecidos pelo protocolo para a mitigação das emissões de gases que ocasionam o efeito estufa.
2.A sistematização das abordagens de implementação dos projetos de REDD que obedeçam normas gerais nacionais de validação e estabeleçam a participação das demais esferas de governo e, em especial,o incentivo a participação de governos locais.
Secretaria Municipal do Meio Ambiente.
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